quarta-feira, 16 de outubro de 2013

lançamento - A Cachoeira do Poema na Fazenda do Seu Astral


SINCRONIA



seja um gás nobre,

um átomo pobre
ou uma estrela pequena ou enorme
estão todos gira-girando
resistentemente
em torno do mesmo sol
no cômico colo do espaço cósmico.


É poeta, é pontenovense, é mineiro, é mundano, é psicodélico, é andarilho, é livre, é louco, é tantas coisas Mateus que não dá pra definir sua identidade, talvez sua identidade seja não ter uma identidade. Tentar definir Mateus e sua poesia é tarefa impossível, como tentar reter água com peneira. Poemas melódicos, na cadencia do samba, impossíveis de explicar, vacinados contra as amarras da racionalização acadêmica, só tem acesso à poesia de Mateus quem se deixa envolver pelas paixões que desperta e evita as abordagens da razão. Vamos nos banhar nas águas e nos deixar levar pelas veredas dessa fazenda astral.



O poeta radicado no Universo ,Matheus José,nascido na Zona da Mata Mineira - Ponte Nova - depois de anos com as suas produções artesanais(zines -Mais Um Cadim de Poesia Aí -Alcoologia Poética - Costelinha com Quiabo e Poesia-Ô Trem Bão Poesia com Limão - Apologia Poética e colaborações em jornais,revistas,antologias e livretos apresenta seu novo e primeiro miolo,capa,orelha,lombada e disposição no livro A Cachoeira do Poema na Fazenda do Seu Astral, Corresponde a academias, coletivos e saraus de poesia entre RJ e Sp.Participou de amostras,feiras,mesas literárias. Prêmios e concursos.Rua e calçada.

Ficha Técnica
Revisão: Camilo Motta
Ilustrações: Jaccopo Cecarelli
Diagramação e Designer Gráfico: Matheus Quinan
Analises Criticas de Posfácio: Tchelo Melo, Flavio de Araujo, Carlos Giglio, Tomas Paoni, Sergio Sales, Sylvio Adalberto, Vinicius Trindade, Alvaro Assis, Ricardo Chacal e Tuppan.
Grafica Arteg - Tomate Seco .

''Livro, leve, livre e solto'' como o próprio poeta diz no poema II.E acrescenta na pagina 52 -'' A POESIA É RAÇÃO QUE MASTIGA TODO SANTO DIA.''Dele analisa o também poeta carioca Vinicius Bito Trindade - ''Matheus José, mineiro, faz poesia como um sapo coaxa, como um grilo não se grila, como um pássaro pia. No que ele escreve, parece que é sempre dia, faz sol e é boa a brisa. Seu verso é fruto da terra e o homem feito de barro. Porque ao poeta cabe ser natural, não importando o deserto a sua volta, fazendo valer a pena dar um mergulho nessa Cachoeira do Poema na Fazenda do Seu Astral''

A Cachoeira do Poema na Fazenda do Seu Astral 
76 pags - 204 
Interessados - apologiapoetica.blogspot.com -



para seu poema ser publicado nesse blog envie para nacaraecoragem@yahoo.com.br escrevendo no assunto "Poema"

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