quinta-feira, 7 de maio de 2026

ICELOCK CONTINUUM



Organizado pelo selo francês Camembert Électrique, Adentre Icelock Continuum é uma jornada sonora onde o frio se torna substância — onde o gelo respira, racha e se desdobra em texturas estranhas e vibrações suspensas. Esta coletânea reúne explorações musicais que capturam a essência de um inverno distorcido: paisagens congeladas, névoa elétrica, drones cristalinos, atmosferas cintilantes e fenômenos sonoros abstratos.

Cada artista traz sua própria visão da geada: camadas imóveis, ressonâncias subterrâneas, pulsos gélidos ou eventos sonoros microscópicos que brilham como estilhaços de gelo. Do ambient polar ao drone etéreo e à eletrônica experimental, Icelock Continuum reúne mundos que ecoam uns aos outros sem nunca se tornarem iguais.

Participaram 98 projetos como por exemplo: Ayis Kelpekis, Brine & Goblins, Constance Cooper, Daniel Pico, Eagleclaw Ghost of Fulci, Gero von Randow, Hari Hardman, Humanfobia, Innocent But Guilty, Jon Shuemaker, Kivitog, Luigi Morleo, MEAN FLOW, Miçanga!, Ocean in a Bottle, Pietro Zollo, RDKPL, Serge Bardot, Toni Dimitrov, Vacuum In My Head, Wilfried Hanrath, Zazie Productions, dentre muitos

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Conexão Z.O.


Badabim, badabum, bada Baile... É verdade família, tem a primeira party do coletivo Conexão Z.O. na lona mais amada do Rio e de GRAÇA!

Line Up

Afrikano Soundz
Bixocidadão
DJ killah
DJ Ras Renato
Miçanga!
Rataria Nuclear
Seasac + mfkim
Yahmove

Local: Areninha Cultural Hermeto Pascoal

Endereço: Praça Primeiro de Maio, s/n, Rio de Janeiro - Rio de Janeiro

Data: 29 de Maio (Sexta-feira)

Horário: 19h00

Entrada Gratuita

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Alinhavos v.5, n.3 - junho/2025



ALINHAVOS em seu terceiro número de 2025 trouxe a mais ampla e variada seleção de textos já publicada na revista: são um total de 37 autores assinando textos em gêneros que passam pelo conto, prosa poética, poesia, crônica, teatro, quadrinhos, ensaio e resenha.

Todos os textos foram lidos por pelo menos dois avaliadores independentes e entraram na revista apenas aqueles que tiveram dois pareceres positivos. Isso quer dizer que coisa boa também fica de fora, já que, mesmo valorizando critérios como originalidade, trabalho com a linguagem e a busca por temas novos, a seleção assume seu papel de ser uma leitura entre outras que poderiam ser feitas, com a carga de subjetividade, gosto e história pessoal que isso implica.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Disstantes - Cybertrópico (2025)




Lou Reed dizia em 1989 que seu disco New York era para ser ouvido como se fosse um livro, “de uma vez só”. Depende do livro que Lou está falando – se for um romance rápido, daqueles que você lê em uma tarde, ainda vai. Cybertrópico, segundo álbum do Disstantes, também deve ser ouvido como se fosse um livro, mas é diferente: preste atenção em todos os detalhes, imagine as cenas, pesque as referências, confira detalhes e não tenha pressa. O disco é uma mistura de rock, música eletrônica, rap, funk, soul, jazz e vários outros estilos, que precisa de atenção e tempo. Com uma lista violenta de convidados e uma relação maior ainda de estilos e horizontes musicais, o grupo de Gilber T, Homobono e Augusto Feres vai numa linha que, bem de longe, lembra um pouco a do grupo norte-americano clipping. – ou seja: usar o universo da internet e dos algoritmos para falar de ascensões e quedas, de distopias do dia-a-dia, de males de uma sociedade que só quer saber de dinheiro e de reduzir tudo a números e tabelas.