segunda-feira, 12 de outubro de 2026

REGISTRO ARQUEOLÓGICO SOBRE O SÉCULO XX


Há muitas gerações atrás existiam povos que se acotovelavam nos cantos do planeta Terra e eram até interessantes pelos seus costumes. Seus habitats naturais eram milhares de construções de concreto que chegavam até 200 metros de altura, eram interligadas por caminhos de superfície e subterrâneos. Por essas passagens os humanos circulavam andando ou dentro de veículos (caixotes de metal sobre rodas, movidos a combustão e propulsão).

Esses veículos, somados as fábricas de variados tipos, mantinham sempre as cidades, o ar, os alimentos, as águas dos mares e rios e toda a vegetação (que era escassa) super poluídos. Existiam papéis ilustrados e numerados chamados de DINHEIRO que representavam um determinado poder e eram usados para comprar desde alimentos e pedaços de terra, até pessoas e seus direitos. A violência para consegui-lo aumentava cada vez mais e sua distribuição era assim: quanto mais as pessoas trabalhavam, menos eles ganhavam. Era o caso dos funcionários que passavam a vida inteira recebendo ordens e pressões. O planeta era dividido em países e cada país tinha um líder que possuía o comando e era escolhido pelo mesmo povo que ele pisava e explorava. Quando um líder se desentendia de outro, eles mandavam de seus países, os jovens (Pessoas que estavam na melhor fase da vida) à um determinado lugar para lutarem até a morte. Assim, o lado que matasse mais jovens, vencia e impunha seus interesses.

Haviam males que matavam muitas pessoas como doenças, vícios e subnutrição, mas não eram curados por que todas as atenções dos líderes estavam voltadas para o comércio bélico (venda de armas entre os países para matar seus povos), o que gerava muito mais dinheiro. O mundo então desenvolvia incessantemente sua tecnologia, eletrônica e mecânica, que podiam ser usadas para acabar com todos os males, mas sempre eram aproveitadas para as guerras (os já ditos desentendimentos de líderes) e para a escravidão e repressão das pessoas. Poucas dessas pessoas tinha acesso ao conhecimento e à cultura, pois existiam patrulhas ideológicas. Quem não concordava com todas aquelas injustiças era torturado ou isolado por todos.

NÃO EXISTIA LIBERDADE nem de falar e nem de pensar! Todos deviam ser como mandavam os líderes e a tv (aparelho eletrônico que iludia e alienava diariamente e que todas pessoas usavam).

Nas cidades maiores existiam crianças abandonadas, venda de sexo, suicídios, gangs assassinas e muito, muito lixo (industrial, atômico e humano), tudo em grandes escalas.

Assim, a terra passou o século XX cheia de guerras, solidão, humilhações, crises, competições e frustrações. Muitas pessoas se importaram e lutaram por um mundo melhor. Existia uma tabuinha com o título de DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS que surgiu para esperançar os já cansados e iludidos seres comuns. A humanidade matava por ganância, por vingança ou por simples prazer.

CONLUSÃO: De onde viemos e para onde vamos é algo que realmente é secundário em nosso objetivo inicial da pesquisa. O que importa é que o ser humano caminha ou caminhou errante em grandes e solitárias multidões, sempre se perdendo e sempre reinventando um caminho. A necessidade criou a solução e a preguiça foi a causadora de perdas irreparáveis. O homem cria o homem que destrói o homem, para poder recria-lo. Mas sempre houveram os super-dotados. Dentre eles um dos principais culpados pelo desencadeamento da energia nuclear, muito embora sem saber; EINSTEIN. Uma frase sua está prestes a tornar-se realidade. Reza ele que: QUANTO A 3º GUERRA MUNDIAL, EU NÃO SEI, MAS A 4º SERÁ FEITA COM PAUS E PEDRAS.

Ass.: Roberto Peixoto

(Texto extraído do encarte do álbum PELA PAZ EM TODO MUNDO - CÓLERA)

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Cement Tea - Mixtape De Feijoada, Virada Paulista, Vatapá, Entre Outros (2026)




Cement Tea decidiu fazer uma mixtape só com artistas brasileiros de diversas regiões que segundo o próprio projeto relata:

“depois de muitos anos de música você acaba descobrindo muito artista que acaba encaixando no seu gosto! Sempre me senti alienado aqui já que meio que ninguém ligava pra música eletrônica em geral, mas vejo que nos últimos anos isso está mudando um pouco, e também parece que ultimamente acho artistas mais dahoras que encaixam nos meus gostos relativamente específicos, antes sempre foi bem difícil.”


sábado, 5 de setembro de 2026

Coletânea PRIMEIRA MARGEM (2026)


https://loja.uiclap.com/titulo/ua176141

https://www.instagram.com/albscsfsul/

https://clubedeautores.com.br/livro/primeira-margem

Organizado pela Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina, Primeira Margem é um encontro de vozes, histórias, memórias e sensibilidades. Reunindo autores de diferentes origens, gerações e estilos, a coletânea convida o leitor a percorrer caminhos que atravessam a poesia, a crônica, o conto e a reflexão, revelando olhares singulares sobre o amor, a saudade, a identidade, a natureza, os sonhos, os conflitos humanos e a própria condição de existir. O projeto nasceu com a proposta de abrir espaço para novos escritores e celebrar a diversidade cultural que se constrói a partir dos encontros, das experiências compartilhadas e da força transformadora da palavra. Cada texto é uma margem alcançada; juntos, formam um rio de emoções, pensamentos e narrativas que unem diferentes trajetórias em uma única obra. Uma coletânea que celebra a literatura como território de pertencimento, expressão e descoberta.


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Microtopies 2026: 141 miniatures de música i geografia


https://graciaterritorisonor.bandcamp.com/album/microtopies-2026-141-miniatures-de-m-sica-i-geografia

Este é o décimo quinto álbum da convocatória global *Microtopies*, uma coleção de miniaturas sonoras que compõem uma edição especial do programa de rádio semanal 'Música i Geografia' (Ràdio Gràcia, Barcelona), produzido pela Gràcia Territori Sonor.

O objetivo é realizar uma viagem sonora por um mapa de eventos dispostos aleatoriamente, uma vez que as peças recebidas foram incluídas no álbum seguindo a ordem estrita de chegada.

Este ano, receberam 141 peças provenientes de 103 localidades em 35 países. Com as participações de Ana Topalovic, EL ZOMBIE ESPACIAL, Damián Anache, Henri Roger, João Castro Pinto, Jürgen Olbrich, Juan Crek, Kazuya Ishigami, Macromassa, Miçanga!, Nigel Helyer, Panayiotis Kokoras, Sergio Maltagliati, dentre muitos.

Por isso, não ouça através dos alto-falantes do computador — conecte-o a um bom sistema de som ou use um bom par de fones de ouvido. Caso contrário, você perderá muitos sons e frequências...