quinta-feira, 12 de março de 2026

A New Age Cyberpunk Manifesto para o século XXI. 1º projecto 2015.


Por Sara Elizabeth Joyce. (livremente traduzido e Adaptado)

O mundo ocidental é uma sociedade distópica abastecida empresarial construída de controle e regras. O mundo oriental é praticamente a mesma coisa, mas até seus grandes avanços em tecnologia servem para espelhar seu passado antigo. O Oriente Médio é uma distopia proeminente da guerra contornando os sistemas de controle e tecnologia por compreendê-lo e rejeitá-la. Religião é a doença galopante do século XXI que está em uma encruzilhada qualquer para ser erradicada pela razão e a lógica ou a reunir seguidores mais do que nunca, que acreditam em entidades onipotentes e suposições ridículas.

Nós, os cyberpunks no mundo, que cobiçam a todas as áreas da terra e todos os sistemas virtuais, somos predispostos a acreditar que somos livres. A expressar nossas opiniões e para ser ouvido por todos os meios necessários, gratuito para invadir e se necessário destruir seus sistemas de controle. Livre para vaguear nesta terra sem medo de sua tributação e opressão. Revidamos gratuitamente quando julgarmos que já não servem a nossas necessidades ou as necessidades de nossos irmãos e irmãs, como qualquer outra coisa.

No século XXI, nós somos os ratos de aço inoxidável, aqueles que encontrar os pontos fracos em suas áreas de controle e façanhas. Aqueles que são conhecidos e anônimos. E se você teve a coragem de nos encontrar nas ruas de nossas cidades, encontraríamos mais definitivamente um motivo para te foder.

O inimigo, as corporações, bancos, religiões, governos e famílias que percebem o controle dos destinos de mais de 99% estão avisados. Nós sabemos quem você é, onde você está e nenhuma quantidade de sacrifícios feitos por aqueles que persuadiram em seu empregado vai parar os poucos dispostos a agir para mudar o mundo para um dia melhor para que indivíduos de pensamento livre possam ser livre.

Você nos encontrará uma constante irritantes sob sua pele, uma fonte interminável de mosquitos preparado para fazer o último sacrifício para levar de volta o direito de liberdade, de tributação e a dívida, da pobreza e suas mentiras de apoio. Lutaremos até até o fim, como vocês estão implorando na rua para nossos estimulantes para esquecerem a dor.

Nossa tática vai ser interminável e maleável, vamos usar a tecnologia à nossa disposição e a sua falta para confundi-lo. Nós abusaremos do que você criou para servir nossas propiás finalidades. Vamos aliar-se com seu inimigo e ainda ser autônomos.

Nós somos os Cyberpunks do século XXI que você pensou que poderia prever e controlar. Você nunca esteve tão errado em sua vida. Somos inteligentes o suficiente para saber quando algo cheira mal e vamos convencer os outros, incluindo aqueles em suas organizações que estamos certo.

Nós somos Cyberpunks e nós vamos fuder seus sistemas de controle.

#fuckthesystem
#cyberpunk
#transhumanism
#hacker anônimo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Delírios de Uma Zona Onírica Num Sábado de Carnaval




Manguebeat? Big Beat? Sei lá! Mas essas duas máximas que tinha na cabeça quando tive ideia dessa song de carnaval. O verso “Estrela de luz que me conduz" da Mocidade já estava orbitando na minha cabeça um tempo e tentando encaixar ele num bit do Prodigy. Em seguida vi um vídeo da série faixa a faixa do João Jardel falando de fazer uma música com só um verso. Pronto! A letra vai ser só isso. Depois em seguida foi transformar a lógica do tambor do cocô, em Bumbo e caixa, ou seja, tempo e contratempo. Terceiro passo foi a escola Delírio da Zona Oeste da minha quebrada fornecer o Samplear ideal pra começar. Aí o resto foi temperar esse caldo.

BPM: 126 / Tom: FM

Contém sample: 1999 - Binary Finary, Enciclopédia Barsa Universal (CD Multimídia), A Fantástica Fábrica dos Sonhos - Delírio da Zona Oeste, Na Estrada - Cordel do Fogo Encantado, Phonk Memphis Melody - Cowbells Pitch Bended (UNSXCRED), Rewakening - Spawn e Speedboat Attack,

Instrumentação: Digital Dubs Siren Generator, LMMS, Vitrola Raveo Sonetto e Wolfram Tones

sábado, 31 de janeiro de 2026

Blonde do Fraque Solto




Sawadee Krap Encantadxs! Estilo Vila Kennedy, estão disponíveis 53 pistas do álbum Bonde Baque Torto para utilizarem da forma que quiserem. Blonde do Fraque Solto é o pacotão de sample mais bolado e quente deste verão. Usem e abusem da forma que desejarem... ou não! Lembrando que todo conteúdo deste álbum está licenciado na forma de Creative Commons.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Ciberpunk, uma palavrinha - Bruce Bethke


Na primavera de 1980 eu escrevi uma pequena história sobre um bando de hackers adolescentes.

Desde o rascunho esta história tinha um título, que era...

E pode apostar o que você tem de mais precioso, que se eu tivesse a menor ideia, de que tantos anos depois, ainda estaria respondendo perguntas sobre ela, eu a teria registrado!

No entanto eu não registrei e como você já deve saber, esta palavra que começa com 'C', mais tarde ganhou toda uma fascinante vida própria.

Não estou tardiamente tentando conseguir algum crédito ou roubar a glória de alguém (francamente, eu preferiria que alguém me desse atenção pelo que escrevo hoje, como por exemplo meu romance 'Headcrash', premiado com o P.K.Dick), mas para aquelas pessoas que são obcecadas com esta coisa, de forma resumida, esta é a história por trás da história:


A invenção desta palavra que começa com 'C' foi um ato consciente e deliberado de criação de minha parte. Eu escrevi esta história no começo da primavera de 1980 e desde o primeiro rascunho, tinha o título 'CIBERPUNK'.

Chamei-a assim tentando inventar um termo novo que unisse a atitude punk com a alta tecnologia. Minhas razões foram puramente egoístas e voltadas para o mercado; queria um nome curto que os editores pudessem gostar.
Honestamente, posso dizer que consegui.

Mas como eu cheguei nesta palavra? Do jeito que qualquer palavra nova aparece, imagino: pura síntese. Peguei várias raízes... ciber, tecno e coisa e tal, misturei com outros termos jovens e tentei várias combinações até que uma soasse bem.

Um ponto importante! Nunca disse ter inventado a ficção ciberpunk! Esta honra primeiramente se deu a William Gibson, em seu livro 'Neuromancer' de 1984, que realmente definiu o 'Movimento'.
(Na época, Mike Swanwick disse que os escritores deste movimento deviam se chamar 'neuromânticos', já que o que faziam era claramente uma imitação de 'Neuromancer').

É claro que Gibson não pode receber sozinho os créditos disso. Pat Cadigan com 'Pretty boy crossover', Rudy Rucker com 'Software', W.T. Quick e seu 'Dreams of Flesh and Sand', Greg Bear com 'Blood Music', Walter Jon Williams e 'Hardwired', Michael Swanwick 'Vacuum Flowers'... uma lista dos primeiros escritores dos anos 80 com contribuições importantes para esta definição e que desafiam minha habilidade de relembrar seus nomes.

Não que se trate de uma concepção imaculada: John Brunner havia escrito 'Sockwave Rider', Anthony Burgees com seu 'A Clockwork Orange' e talvez Alfred Bester e 'The stars my destination', foram todos importantes para o que seria depois chamado de ficção ciberpunk.

Quanto a mim? Posso dizer que minha principal contribuição foi ter inventado o estereótipo do hacker punk com um cabelo moicano. Isso e por ter dado o nome à besta, é claro.

Ciberpunk, uma palavrinha - Bruce Bethke http://letras.cabaladada.org/letras/cyberpunk.pdf