segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Sarau Legal: Convida Luiz Otavio Oleane e Tiago Miçanga

Todos achavam que esta banda tinha acabado, mas como seus idealizadores sempre deixaram bem claro ela nunca tinha começado e logo, nunca poderia acabar, ela sempre existiu no imaginário das pessoa, na necessidade de após um expediente estressante você poder bater cabeça até a raiva passar ou rebolar a bundinha descendo até chão, chão, chão. Ela não é uma banda e sim um coletivo, lenda que se perpetua em varias partes do mundo com nomes diferentes, no entanto com as mesmas características. Do Ermitão Azul de Sepetiba até o Yeti dos Andes ela existe, pois NEGUIM do mundo todo já viu.

Ele estava embernando tomando um goró na caverna sem luz e olhando quão louco é aqueles que procuram a batida perfeita, quando é muito mais divertido fazer aquele negocio mal feito. E na Bienal do Internacional do Livro neste ano de 2009 o SASQUAT Som Sistema chegou. Chegou no sapatinho e mostrou como ainda vive e sabe fazer sinistro, o som era baixinho de um mostro sonolento que acabará de acordar, porém ainda era aquele ser cheio de disposição para fazer você dançar.

Agora no 19 de novembro após serem expulsos da Lapa o monstro do subúrbio esta de volta, e foi mal quem for amigo “DI NOIZE”, mas o SASQUAT vem bolado, repensado, reequipado, mas com aquela força perpétua de confundir até João Ubaldo Ribeiro ( não chore, mas eu vou fritar seu tele-encéfalo)



Apesar de hoje o SASQUAT estar vivendo uma fase mais polida, com apenas poucos membros na parte executiva, conclamamos seus outros membros a comparecerem onde quer que estejam, pois se esta banda nunca existiu, logo, ninguém nunca saiu ou entrou e sempre permanecem.


GUZ Selector (Idealizador e DJ numero um da Favela das Almas)
Matheus Magioli (Percussionista e alma politica do Grupo)
Dani Honey (Percussionista, Baixista e louca de pedra)
Phrancisco Kuoco (para dançarino)

Tom Bizarro ( caos inspirador)
Wagner Cortes (co autor de inúmeras letras)

Alem das Gatas:
Beri (engenheira de som, fotografa e Holdi)
Camila Pifano (cruner de ensaio e fotografa)
Cleocimar (cruner de ensaio)
Lady Bug (cruner de ensaio e dançarina de ensaio e roldi de festa)

E é claro os amigos de palco
Henrique (percussionista de mão cheia)
Fernanda Leite (dançarina Tribal)



Dia 19 de novembro não percam SASQUAT Som Sistema no Sarau Legal no Bar Essencial na Rua do Rezende (Lapa) ao lado da Casa de Jorge. Não esqueçam de avisar a todos amiguinhos e ao papai e a mamãe também...

Alem disto teremos o Lançamento do livro “Pirão” do poeta Luiz Otavio Oleane
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Palco livre
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E não se esqueçam consumação mínima de 10 reais e começa as 19h00min...
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Beijos



E aguardem em Dezembro Teatro Mágicos e SASQUAT Som Sistema (o encontro da massa)

K*0*L*0*N*1*4

Vinheta:Toda Rua tem um fim NeuróticoToda Rua tem um fim PerversoToda Rua tem um fim psicóticoToda Rua tem um fim submerso
Quando a cortina levantar, onde você vai estarQuando ávidos pela sua derrota, por ter errado a rotaTodo manco (puto)Pegando santoComo o palhaço na cara levando a tortaA loucura bateu sua portaDisposto a ajudá-la teve gentePra mostrar seu lado dementeIncoerenteInconseqüenteTe atazanaEnche o saco e te inflamaE quem te ama não te amaSó reclamaTo precisando de um espaço vazioNão quero me mostrar como ser arredioMas hoje só tava precisando de solidãoQuando eu estourarNinguém vai suportarMas meu estresse ninguém quer tentar sequer aliviar
Quando a loucura chegarquem vai ter a forçapra me botar na camisa de forçaou vai me impedir de prepara minha forca
Pois a loucura às vezes cura,mas a s vezes é durae dói feito fissura aberta rasgando teu externoExternalizando tudo que precisoE se ta com medo que espirre em vocêÉ só sair de perto pra também não sofrerCavo um buraco em pensamentoMe jogo nele e cubro de cimentoPra nunca mais ouvir sentir esse sorrirDesbotado que ta por todo ladoDos caretas mais boladosDesse nicho onde são a maioria me causam azia e disritmia
REFRÂO
Infinitamente amargo na tua mente alcançoSó desejo o bem aos que querem me ver mansoPois a angustia me puxa pra baixoE esse faixo de luz arde na minha retinaQuando vejo que a menina dançaQue a criança dançaQue o casal dançaMas que tudo é perecível
Hoje a menina é uma velha, a criança cresceuE o casal separou
REFRÂO

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A boa do Feriadão


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Lançamento do Livro "FUNDAMENTAL" de RUI GALANTERNICK


  • Convite para lançamento do LIVRO
  • Convite para lançamento do CD
  • Lista de Poetas participantes do CD
  • Prefácio por TANUSSI CARDOSO
  • Orelha por IGOR FAGUNDES
  • Posfácio por CAIRO TRINDADE
  • 4ª capa por LAURA ESTEVES
  • Biografia
  • Preços

IBIS LIBRIS e LIVRARIA DA TRAVESSA
convidam para o lançamento do livro de poemas

FUNDAMENTAL
de
Rui Galanternick

Prefácio de Tanussi Cardoso
Posfácio de Cairo Trindade

Quinta-feira, 3/09/2009
das 19h às 22h30

Travessa do Leblon
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 | 2o. piso
Leblon
Rio de Janeiro | RJ

Estacionamento no local.

No mesmo dia será lançado o CD FUNDAMENTAL com 42 poemas do livro lidos por:
Bayard Tonelli
Fabio Nunes
Graça Carpes
Igor Cotrim
Igor Fagundes
Ilka Jardim
Jorge Ventura
Karla Sabah
Laura Esteves
Pedro Lago
Rui Galanternick
Sergio Gerônimo


Produção do CD: Graça Carpes

A maturidade nos dá uma certeza - só importa a nossa verdade. Rui consegue se expor poeticamente, falando de si e do mundo que o cerca, e nos dá um belo exemplo de que o primeiro livro não precisa ser absolutamente ridículo, ao contrário, pode ser, sim, um livro essencial aos olhos de seus leitores, à própria literatura e, mesmo, à própria poesia.
Tanussi Cardoso
Com voz de “granito” e “mãos sem medo”, Rui Galanternick (em seu livro Fundamental), nos convida a povoar “territórios” repletos de certezas arruinadas e edifícios de perguntas na cidade, sem “mapas”, das palavras. O poeta parece guardar, entre os “vermes” e “tripas” da travessia, uma pequena-grande “esmeralda” nas dobras das páginas, como se houvesse, apesar dos “cacos” e do caos, uma esperança ainda acesa, por burilar-se, à espera de cuidado e vigília.
Igor Fagundes

"Só há uma alternativa: ou um grande amor ou nada". Espanto! Assim defino minha relação com a poesia de Rui. Recebi seus originais no final do mês de fevereiro e não consegui mais me desvencilhar deles. Foi um encontro definitivo, um caso de amor com a sua poesia. Um encontro do qual não se sai ileso, pois o que está ali é a vida, o cotidiano.
Laura Esteves
...com Fundamental, Rui Galanternick pode ser considerado um Poeta. Moderno. Ousado. E dos bons.
Cairo Trindade
Rui Galanternick nasceu em Porto Alegre, em 1941. Formou-se em Medicina pela UFRG, transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1968, onde se casou - não para sempre -, teve dois filhos, vive e trabalha como psicoterapeuta. Logo no início da década de 60, teve seu primeiro contato poético importante através da poesia falada que o impregnou nas vozes dos então famosos Jograis de São Paulo: ouviu Drummond, Manuel Bandeira, Jorge de Lima e outros. Daí em diante, pôs-se a escrever. A partir de 1998, passou a ler seus poemas nos saraus do Rio, nos eventos semanais, como a Ponte de Versos e o Terça ConVerso no Café. Publicou em jornais, revistas e antologias, entre elas a Ponte de Versos: 4 anos (Ibis Libris, 2003), Ponte de Versos: 8 anos (Ibis Libris, 2008), Poesia nos Arcos (Oficina, 2006), 2.555 Dias de Poesia (Exato, 2006), Revisa Literária Plural (novembro, 2006), e crônicas para o jornal literário O Correio. Fundamental é seu primeiro livro.

Serviço:
ISBN 978-85-7823-028-9
POESIA BRASILEIRA
Páginas: 96
Acabamento: Brochura
Formato: 14 x 21
Edição: 1ª
Idioma: Português
Ano: 2009
Preço:
Livro: R$ 25,00
CD: R$ 15,00

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Não Faço acordo com Dragões

Queima, queima, queima, queima,
Queima, queima a cidade!
Ascende a tocha, bota fogo bem na avenida,
Distraído para a morte ele tava ali,
E eu babaca que eu sou eu tive pena dele
E quando dei por min meu peito tava aberto
Ele pegou o seu serrote e rasgou meu externo
Agora eu fico aqui sangrando...

Queima, queima, queima, queima,
Queima, queima a cidade!
Eu taco fogo eu jogo bosta nas igrejas,
Tento dar fim à nossa sanidade
Pois bobeei e tiraram o meu chão
Hoje bato cabeça grito forte, e toco piano
Limpam a bunda com os papeis que tinham os meus planos!

Agora eu sou o rei em cima dos cacos de vidro
Degolam o meu filho antes de ter nascido
Faço das minhas tripas coração
Da rodoviária retiro samba canção.
Eu mato Alice com um tiro bem na testa
Percebo a merda e me escondo na floresta,
E os dragões me perseguem e queimam a mata
Para ver se volto para cidade e enfrento a suástica.

Queima, queima, queima, queima,
Queima, queima a cidade!
Explodo trens derrubo carros com minha bazuca
Envelheço, bebo Scott, e jogo sinuca,
Sou escraxado, sou nocivo e irreverente,
Desafio à depressão mostrando os meus dentes
E quando morrer lá de cima vou assistir
Esta merda de cidade auto se destruir!

Choro baixinho, grito de dor,
Eu toco um lamento, depois vou expor...
Choro baixinho, grito de dor,
Tomo meu vinho, pois o som acabou.

Prólogo:
Vou fazer minha viagem pela estrada de tijolos a amarelos, e quando chegar no mágico de Oz vou pedir que me bote um Cyber implante, um cotovelo biônico para nunca mais sentir dor nele...Não existe lugar melhor que nossa casa, não existe coisa mais falsa que nossa vida, não existe inconstância maior que nossos planos.

domingo, 23 de agosto de 2009

Pra curtir de montão

CONCERTOS DE LANÇAMENTO da Coletânea de Música Eletroacústica Brasileira



(Patrocínio Petrobras)
(Caixa-estojo com 5 CDs, livro-encarte com 240 páginas, obras de 33 compositores)

Todos os concertos têm entrada franca

CURITIBA
26 de agosto de 2009, 13h30
XIX Congresso da ANPPOM
Universidade Federal do Parana-DeArtes
Curador e apresentador: Daniel Quaranta
Programa:
JOSÉ AUGUSTO MANNIS - Duorganum II, 4º mov. (1989)
CONRADO SILVA - Abertura, de Espaços Habitados (1992)
JORGE ANTUNES - Pequena Peça para Mi bequadro e Harmônicos (1961)
REGINALDO CARVALHO - Cemitério sem Flores (1969)
RODRIGo CICCHELI VELLOSO - Espaço de Outono (1992)
JOSÉ MARIA NEVES – Un-X-2 (1971)

RIO DE JANEIRO
1º de setembro de 2009, 18h00
Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ
Curador e difusão eletroacústica: Rodrigo Cicchelli Velloso
Programa:
REGINALDO CARVALHO - Estudo de Martelo com Piano Destemperado (1957)
JORGE ANTUNES - Valsa Sideral (1962)
CONRADO SILVA - Vericuetos de Antigona (1965)
JOSÉ MARIA NEVES - UN-X-2 (1971)
RODOLFO COELHO DE SOUZA - Construção Eletrônica (1989)
RODRIGO CICCHELLI VELLOSO - Espaço de Outono (1992)
FERNANDO IAZZETTA - Corda e Cabaça (1999)
EDUARDO RECK MIRANDA - Sacra Conversazione, op. 2 (2002-v.2007)
JORGE ANTUNES - Anaphore Symphocéanique (2004)

SÃO PAULO
2 de setembro de 2009, às 20:30h
Teatro de Música do Instituto de Artes da Unesp
Curador e difusão eletroacústica: Flo Menezes
Programa:
RODRIGO CICCHELI VELLOSO - Espaço de Outono (1992)
BRUNO RUVIARO - Fonepoemas (2003)
EDSON ZAMPRONHA - Trama Nudo Flujo (2000)
ELOY FRITSCH - Synthetic Horizon (2005)
FLO MENEZES - O Livro do Ver(e)dito (2004)
JORGE ANTUNES - Anaphore Symphocéanique (2004)

JOÃO PESSOA
08 de Setembro 2009, 18h00
Estação Cabo Branco de Ciência e Cultura, João Pessoa
Curador e Apresentador: Didier Guigue
Programa:
REGINALDO CARVALHO - Estudo de Martelo com Piano Destemperado (1957)
REGINALDO CARVALHO - Caleidoscópio em três movimentos (1968)
JORGE ANTUNES - Valsa Sideral (1962)
DIDIER GUIGUE - Reason & Motion (2007)
DENISE GARCIA - Sopro 2 (2006/2007)
TIM RESCALA - Midistudo II (1991)
JORGE ANTUNES - Anaphore symphocéanique (2004)

BRASÍLIA
14 de setembro, 20h00
Auditório do Departamento de Música – UnB
Curador e difusão eletroacústica: Luis Roberto Pinheiro
Programa:
REGINALDO CARVALHO - Estudo de martelo com piano destemperado (1957)
JORGE ANTUNES - Pequena Peça para Mi bequadro e Harmônicos (1961)
CONRADO SILVA - Vericuetos de Antígona (1965)
JOSÉ MARIA NEVES -- UN-X-2 (1971)
RODOLFO COELHO DE SOUZA - Construção Eletrônica (1989)
RODRIGO CICCHELI VELLOSO - Espaço de Outono (1992)
FERNANDO IAZZETTA - Corda e Cabaça (1999)
LUIS ROBERTO PINHEIRO - Lacuerasax3 (2003)
JORGE ANTUNES - Anaphore Symphocéanique (2004)
DJALMA FARIAS - Idioleto (2006)
DENISE GARCIA - Sopro 2 (2007)

RIBEIRÃO PRETO
16 de setembro de 2009, 20h00
Departamento de Música da USP
Auditório da Tulha
Curador e difusão eletroacústica: Rodolfo Coelho de Souza
Programa:
JORGE ANTUNES – Fluxo Luminoso para Sons Brancos (1964)
CONRADO SILVA - Vericuetos de Antigona (1965)
REGINALDO CARVALHO – Caleidoscópio IV-III: Pontuações Luminosas (1968)
RODOLFO COELHO DE SOUZA - Construção Eletrônica (1989)
FERNANDO IAZZETTA - Corda e Cabaça (1999)
LUIS ROBERTO PINHEIRO – Lacuerasax 3 (2003)
ANSELMO GUERRA – Organ Wren (2006)
DIDIER GUIGUE – Reason & Motion (2007)
RODRIGO CICCHELLI VELLOSO - Espaço de Outono (1992)
DENISE GARCIA – Sopro 2 (2007)
JORGE ANTUNES - Anaphore Symphocéanique (2004)

A boa da semana

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mais uma foda pra essa semana: 2naponta e MC Xuparina

2naponta e MC Xuparina, 20 de agosto, no Bar da Ladeira



Banda apresenta repertório autoral e reverencia Tim Maia, Jorge Ben Jor e Chico Buarque, às 22h. A partir da meia-noite o palco é invadido pelo funk pop lesbian trash da MC Xuparina



Na próxima quinta-feira, dia 20 de julho, os cariocas da banda 2naponta aportam no Bar da Ladeira, na Lapa, às 22h. Com levadas despreocupadas e arranjos alternados, o show faz uma mistura de ritmos que transitam pelo rock, samba, pop e soul. Com um trabalho autoral, onde a familiaridade com o cotidiano alheio faz das letras uma bêbada leitura da vida mundana, Gabriel Dias, Ivan Cabral, Alex Melo, Alexandre Diniz e Vitor Aiello também vão homenagear nomes consagrados da música brasileira como Chico Buarque, Tim Maia e Jorge Bem Jor, entre outros.



A partir da meia-noite a MC Xuparina sobe ao palco para destilar, entre outros, os batidões "Eu era Xuparoca", "Xuparina" e "Brithnei fast food", além de uma versão para "Kátia Flávia", de Fausto Fawcett.



Sobre a MC Xuparina:



Sônia Lemos, ex-atriz, ex-bailarina, cansada de esperar pela fama através da arte, resolve investir no malicioso mercado do funk carioca.

Não, não é uma peça de teatro, apesar de ambas serem personagens da atriz performática Marcella Maria.

A MC Xuparina existe na vida real e está fazendo um show atrás do outro.

Ela já passou pelo Circo Voador (MOLA, Eu Amo Baile Funk e Circo Digital), e por festas agitadas em Santa Teresa, MAM, Gafieira Elite, Cine Cachaça e Cabaré das Rosas.

Seu discurso é puro funk pop lesbian trash.



Serviço:

O que: 2naponta e MC Xuparina

Onde: Bar da Ladeira, Rua Evaristo da Veiga, 149 - em frente aos Arcos da Lapa

Quando: Quinta, 20 de agosto, às 22h

Quanto: R$ 10

Lotação: 200 pessoas / Classificação etária: 18 anos

Reservas e + infos: (21)2224-9828

www.myspace.com/2naponta

www.myspace.com/mcxuparina




2naponta:



Gabriel Dias – voz e violão

Ivan Cabral – cavaquinho

Alex Melo – guitarra

Alexandre Diniz – bateria

Victor Aiello - baixo

A boa do Fim de Semana: Canastra

Tiago Recomenda: O Rio de Muane

O Rio de Muane, 17 e 18 de agosto, no Teatro Sesi, Centro do Rio
Espetáculo de dança e teatro mostra o Rio de Janeiro do século XIX através dos olhos de uma escrava tigre*



O Rio de Muane é a história de uma escrava do século XIX que, numa visão crítica, bem humorada e atemporal, conta a cidade do Rio de Janeiro, desde a chegada da família real até a atualidade.



O espetáculo, que estreia dia 17 de agosto no Teatro Sesi Graça Aranha, no Centro do Rio, justifica-se pela busca de um trabalho em dança/teatro de contato imediato com o público, voltado para uma interferência direta sobre o cotidiano.

Através de uma arte crítica e reflexiva o espetáculo pretende mostrar, utilizando-se de um elemento da mais baixa camada social, uma escrava tigre*, que é possível alcançar um sonho através de políticas sociais de inclusão.

A discussão que se abre sobre a personagem apresenta uma brasileira que, apesar das adversidades, sonha e busca a sua história. Uma mulher que procura caminho, soluções, cidadania.



* A denominação "tigre" era dada aos escravos que levavam as fezes dos senhores para serem despejados na Baía de Guanabara. Ficavam com os corpos e roupas marcados com os dejetos, lembrando, assim, as listras verticais dos grandes gatos.



Serviço:

O que: O Rio de Muane

Quando: Segunda, 17 e Terça, 18 de agosto, às 19:30

Onde: Teatro SESI, Av. Graça Aranha, 01 - Centro - Rio de Janeiro

Quanto: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

Duração do espetáculo: 60 minutos

Classificação etária: 14 anos

Mais informações: 21 2563-4166



Elenco:

Cátia Costa (Muane e Mensageiro)

Débora Campos (Antonia e Lumueno)

Carol Araújo (Mulher Sentada e Isaura)

Wander Paulus (Tião e Negro Ioruba)

Pedro Mota (Narrador e Oju Obá)

Viviane Santos (Menina que dança e Engrácia)

Kaio Ventura (Capoeira)

Convidado Especial: Mestre de Capoeira Casquinha



Ficha Técnica:

Direção Geral e Coreografia: Denise Zenicola

Argumento: Livro Cidade dos Sábios de Luis Antonio Baptista

Roteiro: Denise Zenicola

A boa da Semana

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A boa do fim de semna: Jongo Banto na Lapa

Lançamento do CD da Cia. Folclorica Jongo Banto
Dia 16 de Agosto (Domingo)
Inicio 15 h ás 21 h
Rua do Rezende, 26 – Lapa

PROGRAMAÇÃO

Peça Folclórica – Pelega e Porca Prenha (Sidcley Batista e Rogério Rimes)

Poesias Temáticas – Poetas convidados

Tambor de Crioula e Cacuriá – Cia. Mariocas

A história da Princesa Alafiá – Conto Africano ( Sinara Rúbia / Peterson /Jorge Amorim)

Samba de Roda - Reconca – Rio

Peça Folclórica – Pelega e Porca Prenha (Sidcley Batista e Rogério Rimes)

Cantor angolano - Karo Morais

Apresentação de Jongo - Cia. Folclórica Jongo Banto

Roda livre de danças populares – Quatro esquinas e convidados

Nos intervalos musicas folclóricas com DJ

lista amiga carla gomes 8749 8541

A boa da semana: miçanga recomenda

terça-feira, 4 de agosto de 2009

flip flip flip --- Livro da Semana --- flip flip flip

Acabei de ler mais um livro escambiado pela FLIP “Te pego La fora”, primeiro livro de contos de Rodrigo Ciriaco que sem dar muita volta, quer dizer, ele não da volta nenhum, ele disseca da forma mais crua possíveis as relações existentes dentro de um contexto escolar na periferia de São Paulo.


A palavra fantástica não cabe aqui, pois se animar com o que ele escreve seria sádico, mas deveria ser uma leitura adotada nas escolas, isso se as escolhas dos livros fossem um pouco mais sérias para formar cidadãos críticos, mais isso é outro papo e o que eu tenho pra falar é que pelo menos no meu núcleo de professore com certeza eu vou fazer este livro chegar e espero que ele germine.


Pois quando li este livro senti a necessidade de soprar-los aos quatro cantos da cidade, e olha isso não é propaganda não (pois não ganho nada pra isso), mas é muito foda quando conseguimos tirar o chapéu para um escrito novo recém brotado e longe fedentina burguesa.


Pra conhecer mais sobre o Rodrigo ente no seu Blog EFEITO COLATERAL

A volta do que não foi (ou o Treinamento do Poeta desconstrutivo)

Gostas do desgosto que desemboca em agosto
Vagando de esgoto em esgoto a procura da ganância?
Esta, a ganância,
É aglutinada ao gordo quando é gordo
Agora o gosto do algoz que come este jogo de gamão.

E eu, garboso fudido que sou,
Que chance tenho de alcançar alguma gloria?

O jeito é gozar dos fracassos
Ir ao gastro
E resolver logaritmos até amanhecer.

Mas quando o galo cantar, voltarei ao aglomerado bem no meio do espinheiro pra me prepara pra fazer algazarra]

Miçanga Recomenda

sexta-feira, 24 de julho de 2009

flip flip flip --- Blog da Vez: Forum das Comunidades Tradicionais --- flip flip flip

Desculpem aos outros irmãos blogueiros, mas este blog precisa de um destaque a mais. Há uma relevância a mais para minha cabecinha torta divulgá-lo. Estava na FLIP e pude seguir esta manifestação que é totalmente validar passar pelo centro histórico de Paraty e pude ver a impressa simplesmente seguir ignorando e maquiando o que é uma briga séria entre essas comunidades e grandes empreiteiras. Percebi que o problema deles envolve também questões ligadas diretamente ao fato de além desocupar uma população inteira de sua residência, pensem no impacto ambiental que isso causa... Pois agora ta modinha em falar em ecologia, mas ecologia de verdade não se fala nem se comenta. Não vou ficar explicando em detalhes sobre a causa, se ficaram curiosos por favor entrem no blog deles e assimilem o motivo e divulguem, pois a pesar da verdadeira revolução não ser televisionada, ela não deve ser esquecida por ser difícil a vitória.


FÓRUM DE COMUNIDADES TRADICIONAIS QUILOMBOLAS, INDÍGENAS E CAIÇARAS

quinta-feira, 23 de julho de 2009

flip flip flip ---- Os Sons do Coração do Poeta --- flip flip flip


Mais um Livro adiquirido na FLIP 2009 do Poeta, musico e Medico Cesar A.S. Nascimento. Muito belo o livro e doce, onde vemos escritos de cronicas como "Admirite ou Idolatros Cronica Idiopatica e TV na cabeça". Poesias como "O teu a toa ateu e Contagio sonoro". E Musicas como "Viver Você e a Extinção do Lobo Branco"; há um destaque nas musicas ja que a maioria vem com as partituras facilitando muito a nossa musica para poder entender o que o carinha queria dizer.

Só reclamo que o livro não tem dados basicos para sabermos mais do escritor, não há menção de editora, email e telefone. Sei que ele é do Rio de Janeiro, mas poucas coisas relevantes e charfundando no google achei o site do parceiro de composições dele que lançou um CD com as musicas que estão neste livro.



http://www.gladstongalliza.com


e fim

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Andréia & Tiago Miçanga vs A Gripe Suina

No dia 10 de julho após sair da ultima apresentação da “MOSTRA MAIS 2009” no campus da Praia Vermelha da UFRJ, fui ver a peça “XAMBUDO”, que por sinal foi muito sensacional ver o espetáculo e obrigado Dani pelo convite, pois agora eu sou um adepto da Igreja Comunista, cientifica e pornográfica. Mas essa não é a historia, é que ta difícil ter ultimamente uma linha reta de pensamento, e eu tinha acabado de sair quando no ponto de Ônibus, me abordou uma senhorita falando em castelhano meio “portunhenho” (RSRSRS) se o ônibus que ia pegar ia pro IASERJ no centro e como agora sou um adepto da lei da atração de cara falei que a levava La e que sabia ir, saber eu não sabia, mas tinha alguma idéia pó causa da minha profissão, alguns dizem que eu só fiz aquilo por que ela era mocinha bonitinha, mas gente praticar a lei da atração é coisa séria e quem precisasse da minha ajuda beirando a madrugada eu iria ajudar.
Mas vamos voltar quando estávamos no bus e ela me falou que era uma argentina estudante de arquitetura que estava a 5 fazendo intercambio; pesquem as palavras argentina e 5 meses de residência pois são importantes. Ela falou que mora na gávea e a noite começou a ficar muito mal e foi para a Policlínica de Botafogo (hospital este particular), e quando entrou La falando que estava se sentindo mal e que era da argentina, falaram para ir para o IASERJ que não poderiam atende-la, sabe NE ela era um risco ambulante, pois a coisa La ta preta, mas acho que o atendente não entendeu que ela ta morando aqui faz 5 meses, também tem um lance que ela jurava que aquilo era um SANATORIO, e queria ir para um, mas essa piada só vai entender quem falar castelhano.
Pois bem chegamos no centro e fomos a caminhar, quando achei que devia estar perto liguei para PAPAI (só pra pegar algum ponto de referencia) e estava indo na direção errada, mas logo me achei, chegamos no IASERJ perto da praça da cruz vermelha, hospital fechado e um guardinha a dentro, ele perguntou o que era e respondi o que e era, claro que ele só pescou a palavra gripe e argentina, deu um paço pra trás botou a mascara e falou para agente entrar. Ficamos numa salinha de espera por alguns minutos mandaram agente colocar a mascara sabe cume. Demorou um pouco, pois tavam cuidando de uma moça com leptospirose, mas era legal sempre entrava alguém e botava a mascara pra falar com agente e perguntava as mesmas coisas e pescavam apenas gripe e argentina, adoro semântica gente, isso não é ma crônica e não terá um fim. Passado um tempo ela conseguiu falar com uma amigo que ira buscá-la, assim que ela foi chamada para entrar demos dois beijinhos (de mascara ) e fui embora.
Resolvi então não retirar a mascar. Foi interessante a reação das pessoas da lapa me apontando como se eu tivesse carregando a peste, entendi mais ou menos como deve se sentir alguém que não pode disfarçar uma chaga. Só retirei quando cheguei no ponto do S-14 para poder viajar para casa. Chegando na rodoviária esperando meu “Podrão Noturno” liguei para ela e já estava em casa, que bom (até pra mim, NÉ?), mas a ultima vez que liguei pra ela, tava de novo mal (SHIIII).
Se cuida menina e boa sorte de volta pra casa.